(via smncrstn / reblogif / oreoreoreo / lalaliezl / imnotmorrissey / izmonsters)
(via sabino)
(via sputnikkk)
muitos desejos não se consumam e continuam etéreos por causa das palavras covardes. aquelas que não deixam apertar o botão “enviar” depois de escrever alguns parágrafos sinceros ou que ficam falando de longe e bem baixinho dentro cabeça para não te ligar de madrugada quando estava pensando em você e tudo fazia sentido. ficam ocultas por anseios e medos. por idiossincrasias e insegurança na falta da reciprocidade.
e não tomo coragem, mas invento analogias em planetas fantásticos para tentar fazer você sentir o que estou sentindo. escrevo para o mundo, mas, na verdade, essas palavras têm direção e destino.
porque ao final, todas as conversações, todas as palavras, todos os fragmentos – no discurso amoroso – consistem em dizer ao ser amado:
“estou aqui, perceba-me.”
“É fácil morrer. A toda hora, em todos os lugares, a morte está se oferecendo. Mais difícil é continuar vivendo. Eu continuo. Não sei se gosto, mas tenho uma curiosidade imensa pelo que vai me acontecer, pelas pessoas que vou conhecer, por tudo que vou dizer e fazer e ainda não sei o que será.”
Caio Fernando Abreu
rubem braga, viver sem mariana é impossível. (via alwaysthehours)
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